Por favor, leiam:
- Educação: humor na hora errada
- Esporte: emoção dentro das 4 linhas
- Estadunidense: os estadunidenses são diferentes? (1944)
{ III }
Fazer o jornal está mais difícil do que eu imaginava. Parece que o Scribus, programa gratuito para diagramação , programa gratuito para diagramação, é bem menos completo e como eu não tenho experiência, tudo fica pior. Paint.NET e Gimpi são ótimos, não há restrições. É uma delícia manipular fotos com eles.
O jornal sairá bem atrasado. Não tenho contrato e eu não recebi adiantado. Tenho vontade de chutar o balde. Desistir de tudo e mandar todos para o inferno.
Não tenham só um filho
E não deixem que seus filhos estudem de mais.
Estudar de mais só serve para dar a completa consciência de sua condição humana medíocre.
Pelo menos, é o que acho hoje de manhã. Do jeito que sou, antes do almoço posso me achar o mais talentoso e abençoado dos mortais. Nerd, filho único, a procura de uma japonesa linda e, como se não bastasse, sob o signo da lua. (risos)
Sábado, Junho 27, 2009
Educação: humor na hora errada
Mais fúnebre e pessimista, ou igual, só aquele relatório do Ministério da Educação intitulado “Perspectivas Otimistas para a Situação da Educação Brasileira em 2177.”
( Há! Há! Não foi engraçado? )
- Essa foi péssima.
(Desculpa)
( Há! Há! Não foi engraçado? )
- Essa foi péssima.
(Desculpa)
Esporte: emoção dentro das quatros linhas
Imagem do jogador de futebol Fábio Santos, na época em que o mesmo jogava no Cruzeiro. Parece que houve um problema em um jogo disputado entre Cruzeiro e Palmeiras. Só posso dizer isso. Não acompanho muito o futebol. Não sei mais detalhes.
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Estadunidense: os estadunidenses são diferentes? (1944)
Vamos começar a entender quem vive nos Estados Unidos da América.
O texto de James Truslow Adams elogia muito os EUA e os estadunidenses, chegando a ser provocante (quando, por exemplo, escreve sobre a expansão territorial e a importância do “sonho americano” para a humanidade).
Escrever “novo homem” aqui é pouco. Tudo bem, afinal estamos em 1944... De qualquer forma, tem algumas características ali listadas que me pareceram úteis e bonitas. Exemplos para nós brasileiros – quem sabe? Então vamos lá?
Cheios de si,
independentes,
informais (pelo que Adams escreveu, nossos primos do norte são até mais do que nós, brasileiros),
vencer na vida a seu modo e sem interferência alheia,
governo mínimo fazendo o básico 9definir que raios seja isso, é que é o problema para todos os liberais, inclusive eu),
vaidade quanto ao desejo de ter um automóvel sempre novo,
colocam as mulheres em um pedestal ( o “bezerro de ouro desta terra”, afirma Adams),
a solidão e seu papel na hospitalidade e no humor (trecho mais profundo e interessante deste texto),
gosta de arte e ciência,
ganhar dinheiro é quase tão natural quanto respirar,
eles tem milhões espalhados pelo mundo (em investimento para fins não bélicos),
tentar a sorte sempre porque Deus protege a América (como na história da aquisição da Califórnia, que antes era do México),
o gosto pela aventura (mudar de casa, de emprego sempre que for melhor),
a versatilidade, portanto;
o estadunidense barganha e compra,
temos, se “quiser chamar assim”, o “império americano” (pelo menos temos letras minúsculas aqui...);
guerreia quando necessário e não odeia o inimigo depois,
ama a “Liberdade” e a defende e
para o estadunidense o futuro é mais importante que o passado e o presente.
FIM
Vamos lá, leitores brasileiros, temos muito que aprender aqui!
O texto de James Truslow Adams , “São diferentes os Americanos?”, foi publicado pela Seleções do Reader´s Digest em sua edição de 1944.
O texto de James Truslow Adams elogia muito os EUA e os estadunidenses, chegando a ser provocante (quando, por exemplo, escreve sobre a expansão territorial e a importância do “sonho americano” para a humanidade).
Escrever “novo homem” aqui é pouco. Tudo bem, afinal estamos em 1944... De qualquer forma, tem algumas características ali listadas que me pareceram úteis e bonitas. Exemplos para nós brasileiros – quem sabe? Então vamos lá?
Cheios de si,
independentes,
informais (pelo que Adams escreveu, nossos primos do norte são até mais do que nós, brasileiros),
vencer na vida a seu modo e sem interferência alheia,
governo mínimo fazendo o básico 9definir que raios seja isso, é que é o problema para todos os liberais, inclusive eu),
vaidade quanto ao desejo de ter um automóvel sempre novo,
colocam as mulheres em um pedestal ( o “bezerro de ouro desta terra”, afirma Adams),
a solidão e seu papel na hospitalidade e no humor (trecho mais profundo e interessante deste texto),
gosta de arte e ciência,
ganhar dinheiro é quase tão natural quanto respirar,
eles tem milhões espalhados pelo mundo (em investimento para fins não bélicos),
tentar a sorte sempre porque Deus protege a América (como na história da aquisição da Califórnia, que antes era do México),
o gosto pela aventura (mudar de casa, de emprego sempre que for melhor),
a versatilidade, portanto;
o estadunidense barganha e compra,
temos, se “quiser chamar assim”, o “império americano” (pelo menos temos letras minúsculas aqui...);
guerreia quando necessário e não odeia o inimigo depois,
ama a “Liberdade” e a defende e
para o estadunidense o futuro é mais importante que o passado e o presente.
FIM
Vamos lá, leitores brasileiros, temos muito que aprender aqui!
O texto de James Truslow Adams , “São diferentes os Americanos?”, foi publicado pela Seleções do Reader´s Digest em sua edição de 1944.
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Quinta-feira, Junho 25, 2009
25 DE JUNHO DE 2009
Por favor, leiam:
- Drogas: marcha da maconha e o desperdício
- Economia: Juscelino Kubitschek? Para mim, sim.
- Texto: Anatomia da revolta. (1969)
{ II }
Jornal está saindo. A capa vai ser um pouco diferente, parecendo uma revista.
O Cruzeiro está ganhando do Grêmio (será que tri-campeonato estimularia o Atlético?).
Meu avô paterno já está em casa e sentindo enjôo com a medicação. Os netos serão convocados para ajudar. Meu pai está chocado, o que me surpreendeu.
Estranhamentos na blogosfera brasileira: “Imprensa Marrom” VS. “Luis Nassif”. E com participação do “Cloaca News”. Google revelando identidades, BNDES sem ser pão-duro, blogs anônimos...
Moral da história: faça como eu: leia todo mundo e tente fazer comentários para serem publicados por eles!
Senado Federal? Não existem expressões violentas suficientes. Nojo. Tantos problemas nas ruas e esses engravatados, meros administradores egoístas.
Atualização. 8 e 35 da noite. Era para esses textos serem publicados hoje de manhã. Não deu.
Meu avô paterno morreu.
...
= (
Não há o que dizer, há, como sempre, o que fazer.
- Drogas: marcha da maconha e o desperdício
- Economia: Juscelino Kubitschek? Para mim, sim.
- Texto: Anatomia da revolta. (1969)
{ II }
Jornal está saindo. A capa vai ser um pouco diferente, parecendo uma revista.
O Cruzeiro está ganhando do Grêmio (será que tri-campeonato estimularia o Atlético?).
Meu avô paterno já está em casa e sentindo enjôo com a medicação. Os netos serão convocados para ajudar. Meu pai está chocado, o que me surpreendeu.
Estranhamentos na blogosfera brasileira: “Imprensa Marrom” VS. “Luis Nassif”. E com participação do “Cloaca News”. Google revelando identidades, BNDES sem ser pão-duro, blogs anônimos...
Moral da história: faça como eu: leia todo mundo e tente fazer comentários para serem publicados por eles!
Senado Federal? Não existem expressões violentas suficientes. Nojo. Tantos problemas nas ruas e esses engravatados, meros administradores egoístas.
Atualização. 8 e 35 da noite. Era para esses textos serem publicados hoje de manhã. Não deu.
Meu avô paterno morreu.
...
= (
Não há o que dizer, há, como sempre, o que fazer.
Drogas: marcha da maconha e desperdício
Tantas décadas, tantos sofrimentos e mortes; e quando o esforço para conscientizar o público sobre os perigos do abuso do álcool e do cigarro se revela cada vez mais difícil... Marcha da maconha?
É meio difícil simpatizar.
É meio difícil simpatizar.
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querer ser olhado; depois,
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